
O amor de antigamente, o amor da infância, da pré-adolescência, esse sim era o mais puro e ingênuo sentimento. Sem recalques, apenas sonhos e carinho. Tudo ganhava um valor altíssimo, do beijo no rosto ao pegar na mão.
Com o tempo vamos nos tornando chatos. Perdemos essa simplicidade tão necessária para saborear as pequenas coisas da vida. Queremos tudo, queremos a perfeição. E então temos aquele vazio, aquela tristeza. A sensação de que falta algo. E falta mesmo, falta ter aquele amor de antigamente, da infância, ...
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