
Agnosticismo: defende a incognoscibilidade de qualquer ordem de realidade desprovida de evidência lógica satisfatória. Para o agniticismo a existência e a natureza das realidades espirituais e, mais concretamente de Deus, não podem ser atingidas pela razão.
Politeísmo: é a crença simultânea em mais deuses, opondo-se ao monoteísmo. Muitas vezes a pluralidade de deuses aparece organizada hierarquicamente, tendo à cabeça um deus-rei.
Monoteísmo: é a crença em um único Deus, transcedente e pessoal, e, ao mesmo tempo, a negação, de outros deuses a seu lado ou abaixo.
Dualismo: crê na coexistência de duas forças (princípios) superiores antagônicas, uma do bem e outra do mal, que regem o universo.
Panenteísmo: crê que tudo está em Deus. Deus e o mundo não são idênticos, mas o mundo é uma maneira ou modo de existir de Deus, uma forma de Ele manifestar-se.
Panteísmo: ensina ser Deus o “um em todos”, a única substância existente, a qual, por via de emanação, se manifesta nos entes visíveis. Identifica total ou parcialmente, Deus com a natureza ou esta com Deus. É um fenômeno que ocorre não só em várias religiões mas também em filosofias.
Henoteísmo: a forma de religião na qual se cultua um só Deus, sem excluir a possibilidade da existência de outros.
Teísmo: crença e doutrina sobre a crença de um Deus, transcendente ao mundo, mas que age nele através da humanidade. Determinantes no conceito de teísmo são a existência e a causalidade divinas. Opõem-se ao ateísmo, panteísmo e deísmo.
Deísmo: sistema dos que aceitam a existência de um Deus, mas rejeitam toda espécie de revelação divina. A divindade, na qual se crê, é destituída de qualidades intelectuais e morais, sem possibilidade de ter concorrido para a conservação ou evolução do mundo. A ideia de Deus é despida do governo do mundo, de atributos morais, pois é a ideia de uma divindade incapaz de revelar-se.
Ateísmo: atitude ou doutrina que dispensa a ideia ou a intuição da divindade quer do ângulo teórico, quer do ângulo prático. A rigor, é a interpretação do mundo e da existência sem Deus ou ainda a negação da existência de Deus, seja para defender sua incognoscibilidade, seja para afirmar o homem e sua liberdade.
Animismo: expressão religiosa que se caracteriza pela adoração de espíritos que residiriam em árvores, montanhas, poços e fontes sagradas, ou mesmo em pedras de formas especiais. Considera todos os seres da natureza dotados de vida ou espírito e capazes de agir de acordo com uma finalidade. Admite que estes espíritos, em certas circunstâncias, podem entrar em contato com o homem.
Rodapé:
Crença: Em filosofia, mais especificamente em epistemologia, crença é uma condição psicológica que se define pela sensação de veracidade relativa a uma determinada ideia a despeito de sua procedência ou possibilidade de verificação objetiva. Logo pode não ser fidedigna à realidade e representa o elemento subjetivo do conhecimento. Pode também ser entendida como sinônimo de fé e, assim como qualquer manifestação de fé, acompanha absoluta abstinência à dúvida pelo antagonismo inerente à natureza destes fenômenos psicológicos e lógica conceitual. Ou seja, tendo a fé/crença, é impossível duvidar e crer ao mesmo tempo.
Doutrina: o conjunto de princípios que servem de base a um sistema religioso, político, filosófico, militar, pedagógico, entre outros.
Sinônimo de doutrina: ensinamento, fudnamento, princípio e teoria
Fé: (do Latim fides, fidelidade e do Grego pistia) é a firme opinião de que algo é verdade, sem qualquer tipo de prova ou critério objetivo de verificação, pela absoluta confiança que depositamos nesta idéia ou fonte de transmissão.
Na obra Alegoria da fé, por L. S. Carmona (1752-53); O véu simboliza a impossibilidade de conhecer directamente as evidências.
#NP: O silêncio pode ser a melhor melodia aqui. Aquiete-se e ouça o que há dentro de você. O que mais faz sentido dentre todas essas filosofias e religiões. Viva com plenitude a sua crença.
Fonte:
Zilles, Urbano. Religiões: Crenças e Crendices. EDIPUCRS
Wikipédia
(Athena, uma alma de boas vibrações)
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