
Ser gaúcho é ter convicção em seus ideais. Pelear por eles até o fim da vida. Bater no peito com a mesma força que usa para conquistar o mundo.
Aqui no RS você ou é gremista ou é colorado. Ou é xavante ou é pelotas. Ou é papada ou é grená. Ou é de direita ou é de esquerda.
O hino Rio Grandense toca e os pelos no braço se erguem juntamente com o corpo ereto, firme, postado de frente para a bandeira. A voz quase rouca, tamanha a força e a vontade com que é emitida, entoa "sirvam nossas façanhas de modelo à toda terra!".
Herdamos isso dos nossos pais e levamos para nossos filhos. O piá fica faceiro quando se pilcha e toma um chimarrão. Ah, o pai e a mãe então?! Quase choram perante essa cena.
Não somos melhores do que ninguém. Nós apenas conhecemos e reconhecemos nossa aldeia. Cada estado deveria fazer isso com sua cultura. Enobrece. Engrandece.
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